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Open Banking: novas oportunidades para os usuários de serviços financeiros

Você já deve ter ouvido falar do Open Banking, principalmente nas últimas semanas. Estamos próximos de mais uma etapa importante nesse processo. O início da segunda fase de implementação, com previsão para 13 de agosto, traz algumas novidades importantes para os usuários.

Mas, antes de explicar o que muda nessa segunda etapa, vamos lembrar o que é o Open Banking. O sistema financeiro aberto, ou Open Banking, é a possibilidade de clientes de produtos e serviços financeiros permitirem o compartilhamento de suas informações entre instituições autorizadas pelo Banco Central.

Como explica o próprio Banco Central, um banco atualmente não tem acesso às informações de um cliente que era ou é correntista de outro banco. E por não entender o comportamento e as necessidades do usuário, a instituição não consegue oferecer serviços melhores, mais adequados e customizados.

Com a permissão de cada correntista, os bancos irão se conectar a outras plataformas de instituições e acessar os dados que foram autorizados pelos clientes. Tudo realizado em um ambiente seguro e que poderá ser cancelado pelo cliente a qualquer momento. Trata-se de um empoderamento do usuário, que poderá movimentar suas contas bancárias a partir de diferentes plataformas, e não apenas no aplicativo ou site de seu banco.

Em uma primeira fase, iniciada em 1º de fevereiro de 2021, os bancos participantes do Open Banking (somente as instituições autorizadas pelo Banco Central) disponibilizaram informações padronizadas sobre canais de atendimento e características de produtos e serviços bancários tradicionais. A partir disso já é possível comparar diferentes ofertas de produtos e serviços financeiros, como tarifas bancárias, tipos de contas correntes e cartão de crédito.

Agora, a partir da segunda fase, prevista para 13 de agosto, os clientes das instituições participantes poderão autorizar o compartilhamento de seus dados cadastrais, de informações sobre transações em suas contas, cartões de crédito e produtos de crédito. Assim, será possível receber ofertas de produtos e serviços mais adequados ao seu perfil. Segundo o Banco Central, poderão surgir soluções bancárias mais personalizadas e o ecossistema financeiro como um todo ganha em inovação, competitividade e racionalização.

 

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Na terceira fase, agendada para começar em 30 de agosto, iniciam os compartilhamentos dos serviços de iniciação de transações de pagamento e de encaminhamento de proposta de operação de crédito. De acordo com o Banco Central, já será possível desenvolver novas soluções e ambientes para a realização de pagamentos e para a recepção de propostas de operações de crédito.

A partir de 15 de dezembro começa a quarta etapa, na qual as informações de operações de câmbio, investimentos, seguros, previdência complementar aberta e contas-salário ficarão disponíveis para que o usuário também possa compartilhar.

E, nós, do Letsbank, como nos relacionamos com tudo isso? Já nascemos digitais com tecnologia bancária de ponta, disruptiva, mas com segurança de banco. Nosso foco é usar a tecnologia para oferecer produtos e serviços customizados às cadeias de negócio de pequenas e médias empresas. Já fazemos isso e continuaremos inovando. Nossas APIs são preparadas para a integração em plataformas e somos pioneiros na realização de integrações rápidas e ágeis, oferecendo uma infraestrutura amigável e fácil de usar. Ou seja, os alicerces para um sistema aberto já estão prontos e a inovação está em nosso DNA. Queremos eliminar as burocracias desnecessárias e reduzir custos para os pequenos e médios empreendedores, crescendo junto com nossos parceiros.

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